02/08/2010

Histórico

O Marsol surgiu para dar continuidade a estudos e pesquisas sobre maricultura artesanal iniciados por projetos anteriores na região do baixo sul baiano, visando a inserir as famílias participantes no planejamento e execução do projeto, desde a preparação dos cultivos até a comercialização. Tem como princípio compartilhar saberes técnicos, científicos e populares, tanto em relação ao cultivo quanto à organização das atividades, mediante a utilização de técnicas de gestão social, respeitando a cultura e os conhecimentos locais. Entre os treinamentos e práticas ao longo de sua execução, estão: experimentos, capacitações, demonstrações, oficinas e outras atividades de campo. O objetivo principal é a geração de trabalho e renda para as famílias envolvidas, através do desenvolvimento de cadeias produtivas de bases solidárias de cultivo de ostras.

10/06/2010

VISITA TÉCNICA ÀS COMUNIDADES DE TAPEROÁ, BATATEIRA E GALEÃO

Entre os dias 07 e 08 de junho de 2010, foram realizadas visitas técnicas às comunidades de Taperoá, Batateira e Galeão, que são diretamente atendidas pelo Projeto Semeie Ostras/Programa Marsol. Esta visita contou com a apresentação formal das extensionistas de Gestão Social e de Produção. Após as apresentações na comunidade de Taperoá, discutiu-se sobre o andamento das atividades realizadas. Diversos fatores acabaram atrasando o início do Projeto em campo, logo, adotou-se como estratégia de gestão a proposta de execução do Estudo da Viabilidade Econômica, fortalecendo a importância do trabalho da Rede de Ostreicultura. Enfatizou-se a necessidade de participação de um representante de cada grupo para auxiliar no aperfeiçoamento das ações no Projeto.

30/03/2010

I Encontro de Ostreicultores da Bahia e proposta de criação da Rede de Ostreicultura Familiar Solidária da Bahia


Este evento marcou a primeira atividade pública oficial do Projeto Semeie Ostras em parceria com o GDM. Congregou, em Taperoá, no dia 27 de março de  2010, os ostreicultores familiares de 10 comunidades do Baixo Sul e Baía de Todos os Santos: Galeão, Taperoá, Graciosa, Ponta Grossa/Baiacu, Barra dos Carvalhos, Tanque, Porto do Campo, Iguape, Jaguaripe e Taperoá. Com muita participação e troca de experiências entre os ostreicultores, foram cumpridos os objetivos de: instrumentalizar os produtores sobre conceitos de associativismo e estruturação de redes, de modo a garantir a participação efetiva e autonomia na escolha de um modelo solidário e integrado de desenvolvimento da atividade; discutir e sistematizar informações para criação da Rede de Ostreicultura familiar solidária de forma autônoma. O encontro contou com a participação da Bahia Pesca S/A, MPA – Bahia e Brasília, UFRB, IFBA, UFRPE, SEBRAE, Colônia de Pescadores Z-53 de Taperoá e da Agronol que trouxe a experiência do Pará para o grupo em formação.