18/03/2013

Começa ACC 2012.2 em Taperoá

Por Júlia Abdias - Bolsista Proext/Mec


Nos dias 9 e 10 de março ocorreu na Comunidade da Baixinha, localizada em Taperoá no Baixo Sul Baiano, o primeiro campo dos alunos da disciplina ACC - Mapeamento Biorregional Participativo em comunidades costeiras tradicionais como ferramenta para educação ambiental. O trabalho foi iniciado no dia 08 de março com uma grande mobilização da comunidade acerca do que iria ocorrer nos dois próximos dias.

Iniciamos as atividades com uma breve apresentação do Programa MARSOL, dos integrantes e da Comunidade da Baixinha. No primeiro dia, contamos com a especial presença da Comunidade da Graciosa, representada por Lucimar e Josélia, que são pescadoras e marisqueiras e que participaram da construção dos quatro Mapas Biorregionais lá produzidos. Após o acordo de convivência, realizamos uma dinâmica de integração do grupo, onde as primeiras produções começaram a ser realizadas. Simultaneamente a esse momento, preparamos um espaço especial para as crianças que também participaram dessa construção. No segundo dia, fomos visitar alguns locais e pessoas de grande representatividade para a comunidade e que só fizeram enriquecer ainda mais a nossa oficina. 

O mês de março começou a todo vapor no Marsol.


Por Rendel Morais - Bolsista Proext/Mec


Entre os dias 01 e 03 desse mês, a equipe de bolsistas e técnicos do programa se reuniu em Barra de Jacuípe para avaliar o trabalho desenvolvido no ano de 2012 e traçar planos e perspectivas para 2013.
As discussões se iniciaram através de um processo de formação da equipe, na qual foram discutidos temas pertinentes sobre o trabalho em comunidades: Território, Comunidades Tradicionais e Extensão. Em seguida, no intuito de compartilhar experiências e buscar na discussão coletiva soluções para entraves nas atividades, teve espaço um processo de apresentação e avaliação dos trabalhos de mapeamento, de organização da produção e de organização social. No último dia, os bolsistas buscaram integrar seus planos de trabalho, alinhando os objetivos mais próximos, no intento de expandir seu escopo e garantir o diálogo entre os diferentes saberes.
Além das construções coletivas, o evento proporcionou o encaminhamento de duas propostas a serem realizadas no ano de 2013: o lançamento da Revista Cientifica do Marsol - Revista Mar e Cultura; e a retomada de grupos de estudos para a formação continuada da equipe.  O encontro contribuiu para a organização da equipe, bem como para uma prazerosa integração ao som de tambor, violão e pandeiros. 

14/03/2013

Mapeamento de animais de importância médica define ações para 2013.

Por Tatiane Silva Aguiar Bolsista Proext

Em reunião realizada nos dias 01/02  e 03 de Março em Barra do Jacuípe os membros da equipe MarSol puderam afinar seus planos de trabalho para 2013. A ocasião serviu também para dar as boas vindas aos novos membros bolsistas Proext/Mec Myron, Abílio, Paulo e Marcéu.
 No âmbito do mapeamento de animais de importância médica na atividade de mariscagem e ostreicultura, além de aprimorar o plano de trabalho e dirimir algumas dúvidas pendentes, o encontro permitiu estabelecer as interações práticas com outros trabalhos e grupos, tais como
com o grupo de produção para levantar e coletar os animais, com o grupo de mapeamento para realização de mapeamento das áreas de risco no ambiente de trabalho e ainda a interação com a elaboração de um banco de dados sobre as comunidades que trabalham com o MarSol.




13/03/2012

Conselho Gestor delibera ações para o começo do ano.

 Por Carla Akotirene e Jonatas Santos.



Aconteceu em Taperoá no espaço do PROJOVEM nos dias 10 e 11 de março de 2012, a segunda reunião do Conselho Gestor da Rede de Ostreicultura da Bahia, estando representadas as comunidades do Galeão, Matarandiba, Ilha da Banca, Taperoá, Graciosa e Tanque. Os trabalhos do grupo iniciaram-se às 9h com a apresentação do fotoclipe “Você Aprende,” cujos conteúdos versaram sobre as identidades culturais e produtivas das comunidades membros da rede, princípios éticos, questões de gênero, seguido das intervenções dos presentes acerca das necessidades de fortalecimento da maricultura familiar e soluções para os problemas de comunicação a partir da dinâmica “telefone sem fio” com o grupo.

12/03/2012

Graciosa se mobiliza para as medições de maré.

Maurício Rebouças Rocha, bolsista de oceanografia.


Em comunidades de pescadores artesanais como de ostreicultores, o ritmo de vida é acompanhado pelo movimento das marés. A atividade da mariscagem depende da característica da maré para ser realizada, sendo possível quando a maré está baixa, pois possibilita marisqueiros e marisqueiras caminharem sobre a lama do mangue e de lá retirarem parte do seu sustento. A navegação também sofre as variações da maré. Na comunidade de Graciosa os barcos são impedidos de passar por debaixo da ponte quando a maré está alta. O cultivo de ostras, por sua vez, também depende da maré no sentido da região de implantação do cultivo e dos parâmetros ambientais que as ostras ficam submetidas quando há a variação de maré. Enfim, somente os próprios moradores dessas comunidades podem dizer sobre a importância da maré em suas realidades.